sexta-feira, agosto 13, 2010

Férias 2010


Conhece a fotografia?
Agosto é o mês de encontros e reencontros, de famílias e amigos, de férias. Confluem sempre nesta altura muitos dos conterrâneos desta aldeia. Aproveite para rever a aldeia. Os caminhos que ainda não foram abandonados. As árvores de fruta na sua magnitude. As casas restauradas, as pintadas de novo, construídas ou em construção. Desça da Igreja "ao fundo do Povo" e vire sempre à esquerda, de modo a entrar pela "Quelha" ou, mais por largo, pelo cruzeiro. Surpreenda-se com aquilo que já não vê há anos! Rume ao campanário, aviste a Prova, a Torre, Terrenho, Casteição... alargue horizontes. Passe pelos carreiros que vão das Eiras ao fundo do Povo!
Faça o caminho de Trancoso ou da Meda para Chãos pela estrada do lado da Prova, atravesse a ribeira...
Suba ao "talegre" (marco geodésico) que existe entre Casteição e Paipenela! Nunca fez isso?!! Verá que não conhece uma das coisas mais belas da sua terra. Uma paisagem grandiosa comparável com as mais belas deste país.
Suba também ao ponto mais alto de Casteição - outro marco geodésico- que paisagem!
Muitas outras dicas para caminhadas e surpresas. Descubra por si mesmo!
E diga alguma coisa. Partilhe com todos os seus conterrâneos.
Beirão, férias 2010.

quarta-feira, julho 28, 2010

Recordar é Viver

Amigos,

Com este belo blog recordamos todos os dias quase todos os recantos onde brincámos e onde fizemos muitos jogos tradicionais.
Gostaria de relembrar a toda a nossa "mocidade" os belos jogos de: cabra-cega, lenço, prego, tiroliro, pino, páteiro, etc.
Já não me lembro de todas as regras do pino, páteiro e do tiroliro.
ALGUÉM SABE? Obrigado.

domingo, julho 11, 2010

Cerejas e ginjas


Estas fotos são de 03 de Julho, da aldeia de Chãos.
Passou o tempo das cerejas e das ginjas.
Vão suceder-se outras frutas: pêssegos, peras, ameixas, figos, maçãs - de várias qualidades - até aos marmelos e as castanhas que encerram praticamente a época nobre das colheitas.
Longe vão os tempos em que se esperava um ano para que certas frutas aparecessem e se matassem todas as saudades...
Agora temos os grandes supermercados e ali encontramos tudo, todo o ano.
Mas não é a mesma coisa!
Beirão 11-07-2010

sábado, junho 12, 2010

Fotos da aldeia - Primavera 2010

Quem passa pela aldeia triste de inverno, depara-se nesta altura com recantos em flor, luz e árvores exuberantes. Algumas casas arruinadas, transformaram-se por força da natureza, em vasos gigantes de onde brotam roseiras e sabugueiros enormes, cujas flores invadem as ruas com o seu aroma acentuado e típico.
Vale a pena visitar as ruas da aldeia e ficar surpreendido com esses recantos.
Beirão, Junho 2010

domingo, maio 23, 2010

30 de Maio - Festa de Nª. Srª de Vila Maior



No próximo domingo, dia 30 de Maio, terá lugar a festa anual de Nª. Srª. de Vila Maior.
Aqui ficam os espaços onde se realiza.
Com a tradicional missa no santuário de Vila Maior, banda de música, foguetes, os tradicionais almoços de família no parque das merendas ali existente e apropriado para o efeito.
Estas fotos são de tempo de inverno, mas agora os visitantes encontrarão muita vida e verde, plantas renovadas, com folhas e flores, alegrando aquele pequeno planalto, donde se avistam aldeias vizinhas e uma vasta paisagem.
Compareça e envie-nos imagens, para que possamos dar aqui notícia do que por lá se passar.
Beirão, 2010-05-23

domingo, abril 25, 2010

Nª. Sª. dos Caminhos









Se bem me lembro, foi edificada no início da década de setenta ( entre 1960 e 1970).
Primeiro foi construída no local onde a estrada de terra batida, que saía dos Chãos, derivava, à esquerda, para Paipenela, e, à direita, para Casteição.
O desenvolvimento, que chegou tarde, mas foi marcando presença, veio alcatroar a actual estrada que liga Chãos a Casteição, culminando mais tarde com a construção da ponte sobre a Teja e a ligação de Casteição-Chãos-Prova.
O novo traçado da estrada deixou o oráculo da Nª. Sª. dos Caminhos num baixio e em situação menos acessível e pouco condigna, quando antes ficava ali perfeitamente vísivel e enquadrada. Em boa hora foi trazida para o local onde actualmente se encontra, mais airosa e mais próxima da aldeia.
Quem melhor conhecer a história deste oráculo e dos seus fundadores que a divulgue aqui, para que conste.
Nota: Todas as fotos inseridas neste blog podem ser ampliadas,
clicando em cima.

segunda-feira, abril 19, 2010

Tempos do Marquês de Pombal


Aqui fica um documento notável, de 06 de Maio de 1758, da autoria do Abade de Casteição, Domingos Machado de Miranda, que responde a um inquérito encomendado pelo Marquês de Pombal ou seus subordinados.
Podem ler, clicando em cima de cada documento, encontrando completa e curiosa informação de Casteição, Chãos, Vila Maior e arredores.
P.S. - Agradecemos este valioso documento que nos foi enviado por João Martins, que enviara também as fotos antecedentes.

































domingo, abril 11, 2010

A evolução da aldeia em fotografias







Fotografias com história, que desvendam, para os mais novos, a evolução da aldeia.
Reparem na fotografia d' "As Eiras", antes da construção da escola!
A fotografia da “Casa do Sr. João Martins” (de 1960).
Comparem-nas, “Eiras” e “Povo”, com as recentes fotografias 3 e 4 (2006) e com idêntica amplitude.
Uma bela foto das amoras silvestres de sempre.
Fotos cedidas por João Martins (neto), filho da Prof. Maria de Lourdes Martins e neto de João Martins e Deolinda Pinto, a quem agradecemos este valioso contributo.

sexta-feira, abril 02, 2010

Páscoa 2010



Hoje, sexta-feira, é feriado religioso. Mais um espaço de lazer que ocupará a seu gosto: visita à família, mais uma viagem à aldeia ou com outro destino, etc., de acordo com as opções de cada um.

Feliz Páscoa para todos.

terça-feira, março 30, 2010

O Cruzeiro


Qual farol à entrada da aldeia, o cruzeiro marca ao mesmo tempo a descida para o povoado e a saída para o mundo (até há poucos anos esta era a única entrada e saída, pois não existia a continuidade da estrada para a Prova).
A maior parte de nós conhece-o desde que ali foi implantado numa fraga granítica. Não é muito antigo, mas ostenta uma austeridade que parece secular.
Simples e feito da quase eterna pedra local ali permanece há décadas, cumprindo a promessa de quem o erigiu.
Na sua base está a inscrição “Oferta a Deus por Ezequiel Ramos” .

segunda-feira, março 15, 2010

A fonte e o lavadouro público


















A fonte, com água de excelente qualidade, foi sempre uma riqueza desta aldeia.
A água sempre ali brotou naturalmente, em farta nascente, chegando apenas pela lei da gravidade.
A água abastecia a povoação que, a braços, a levava em cântaros, baldes, regadores e todos os contentores tradicionais adequados, para casa.
A que sobrava da nascente era encaminhada para o bebedouro dos animais e o tanque-lavadouro. Diariamente servia ainda para regas, com início na Primavera até final do Verão. Seguia e segue até meio da aldeia,por alvanar, continuando depois a céu aberto para rega das hortas, batatais e demais culturas. Havia para o efeito uma escala que funcionava sem atropelos.
Mais um símbolo comunitário da aldeia, que ainda hoje perdura.
Beirão (2010-03-15)

quinta-feira, março 11, 2010

Fotografias da década 1960/70






"O Povo"

(1)



















"As Eiras"
(2)









sábado, fevereiro 27, 2010

O Senhor dos Aflitos



O Senhor dos Aflitos foi construído por um devoto que em hora de aflição foi ouvido nas suas preces.
Encontra-se edificado sobre o reservatório de água local, pois ali vem desaguar uma mina de captação de água que abastece o chafariz, o bebedouro dos animais e o lavadouro público, que se encontram em frente, a cerca de vinte metros. Água, de muito boa qualidade e com fartura, que abasteceu, ao longo dos tempos,toda a povoação servindo ainda para regas (mas disso falaremos noutra oportunidade).
Beirão (2010-02-27)

terça-feira, fevereiro 16, 2010

A lenda ou a realidade

Esta pedra granítica, rudimentarmente esculpida e inserida na parede do pequeno jardim que ladeia o Senhor dos Aflitos, no largo da Igreja e da Fonte, é lendária.
Habituei-me a vê-la desde pequeno como um "monumento" dos mais antigos dos Chãos.
Ali se representa, como se vê, vagamente, uma figura humana de braços em cruz.
Consta, ao longo dos tempos, que naquele local, um homem foi salvo da execução por um mensageiro que chegou de Outeiro de Gatos com uma missiva que lhe salvou a vida, no último momento (não esqueçamos que Outeiro de Gatos, tal como Chãos, eram parte do mesmo concelho de Casteição…).
Não conheço de fonte segura a origem do oráculo levantado ao Senhor dos Aflitos a cerca de vinte metros, mas terá sido mandado erigir exactamente pelo homem que, salvo, manifestou daquela forma a sua gratidão a Deus.
Em terra de muita fé, coragem e alguma ciência (fé, coragem e ciência… era o lema dos Descobrimentos) ao longo dos tempos foram levantados marcos religiosos importantes de que falaremos aqui a pouco e pouco: A capela ou Igreja de Santo Amaro, O Senhor dos Aflitos, o Cruzeiro à entrada da aldeia e a Senhora dos Caminhos.
Espera-se dos amigos e naturais de Chãos que escrevam aqui as suas memórias ou comentem o que se vai escrevendo, enriquecendo este património comum.
Beirão (2010-02-16)

sábado, fevereiro 06, 2010

Santuário de N. Srª de Vila Maior

Situa-se na Quinta de Vila Maior, esta pequena capela e “remonta provavelmente ao século XIII. Numa sondagem efectuada na área envolvente, identificaram-se vestígios de antiga ocupação, talvez romana, nomeadamente fustes, capitéis e bases de colunas. Foram encontrados igualmente materiais medievais como silhares siglados e uma aduela decorada com motivos enxaquetados, elementos que sugerem ter-se ali edificado um templo durante a época românica. A essa estrutura estava associada um enterramento, de que se reconheceu uma tampa em estola, decorada com elemento bifurcado. A 100 m da capela, existe uma sepultura escavada na rocha, de cronologia ligeiramente anterior à da edificação românica. Nos séculos seguintes, a pequena capela ganhou prestígio e instituiu-se como ponto de romaria local…” ( in PORTUGAL Património- Guia – Inventário, Volume IV – Viseu – Guarda, pág. 150- Círculo de Leitores).
A capela está dedicada e conhecida por Nª Sª de Vila Maior. Depende e pertence desde tempos remotos à aldeia de Chãos, que em 1881 e 1897 (datas ali inscritas nos muros frontais do átrio coberto da própria capela) beneficiou e recuperou a capela existente. Por essa altura, aproveitando as obras, à sombra do estatuto de sede da freguesia e residência paroquial, com evidente cumplicidade da Igreja, apropriaram-se ilicitamente da imagem original que se encontra na capela de Nª Sª da Assunção, em Casteição. Esta delapidação criou grandes conflitos e inimizades entre Chãos e Casteição, durante décadas.
A aldeia de Chãos celebra no local a sua mais concorrida festa anual, no último domingo de Maio.
Do adro, situado a cerca de 600 m de altitude, alcança-se vasto panorama, com vistas de várias povoações em redor, entre elas, Chãos, Casteição, Prova, Torre, Terrenho, Aveloso e outras, que se perdem ao longe por montes e vales.
Ali se encontra também um belo parque de merendas no conjunto de melhoramentos mais recentemente introduzidos, com novas edificações, nomeadamente para missa campal, que tornaram o local ainda mais aprazível.
Beirão (2010-02-06)

terça-feira, janeiro 19, 2010

Terra de magníficos castanheiros





Uma das maiores árvores que conheci nesta terra, e fora dela, foi o castanheiro que existia na antiga quinta dos conterrâneos Flávia e José Monteiro. Tinha um tronco enorme, (seriam necessárias cinco ou seis pessoas para o circundar), uma altura e um diâmetro grandiosos. Em tempo de castanhas e dias de temporal ali se podia apanhar uma grande quantidade de castanhas martaínhas – as de melhor qualidade.
Veio a sucumbir tempos mais tarde às mãos e serra de madeireiros, pois os seus troncos sadios e enormes eram muito cobiçados.
Com estas imagens se preserva a memória da grandiosidade de tal árvore, que se divulga e que devia ter sido declarada património concelhio.

Não é por mera coincidência que a imagem de entrada no blog, pelo menos temporariamente, é um castanheiro. De facto as castanhas e os castanheiros dos Chãos são de elevada qualidade, não temendo comparações. Esta é uma árvore típica da aldeia e seguramente a mais rentável numa agricultura depauperada.
Quantas toneladas de castanhas se juntariam em cada campanha nesta pequena aldeia…
E como a pequenada, noutros tempos, vibrava, correndo atrás dos camiões que iam carregar as castanhas ( e as batatas , no tempo delas) apanhando boleia, pendurados nos taipais, junto à Igreja, até ao cruzeiro.. . Aí chegados, terminada a subida, tinha de saltar rapidamente, antes de os camiões ganharem velocidade, pois de outro modo lá paravam de cangalhas no meio da estrada de terra batida, quando não era na lama, em tempo chuvoso.
Recordações de que muitos de lembrarão….
Beirão (2010-01-19)

sábado, janeiro 02, 2010

Bom Ano!!!

---------------- 2010 ----------------
Começou mais um ano.
Lembrando os tempos de inverno, a chuva, o gelo, o granizo e a neve, que nos prepararam para as coisas difíceis da vida...
E nesta altura, em breve, os cantares das janeiras, de porta em porta, recebendo figos secos, nozes, amêndoas, etc., produtos da terra e guloseimas da época, que sabiam tão bem.
Como sempre, foi possível repartir do pouco que havia e semear alegria.
Belas memórias as desta aldeia ...
Durante este novo ano, espero que os conterrâneos de Chãos apareçam neste nosso blog, contem as suas vivências e histórias, ou as dos seus ascendentes, juntem fotos antigas ou novas, e, em conjunto, façamos a história desta terra que vem de longe.
Por certo, os mais novos, que vêem agora uma aldeia menos habitada, hão-de querer saber que já aqui habitaram quatro ou cinco centenas de pessoas e que os tempos eram muito diferentes... Nesse tempo até o circo vinha à aldeia. E chegavam a pagar-se as entradas com ovos, batatas e outros produtos agrícolas de que os artistas também careciam...
E que nesta aldeia onde não temos onde beber um café, chegaram a funcionar três ou quatro tavernas, onde se vendia quase tudo...
Lembram-se?
Então escrevam e peçam aos mais idosos que lhes falem do passado e das suas histórias.
Beirão



domingo, dezembro 20, 2009

Boas Festas e Feliz Ano Novo


Para todos, onde quer que se encontrem, BOAS FESTAS, com a Família
e os Amigos.
E que o próximo ano 2010 seja pleno de saúde e coisas boas, segundo os vossos desejos.

2009-12-20

sábado, dezembro 05, 2009

Casa do senhor Raul - Chãos de Mêda



Agradecimento:
Fotografias amavelmente cedidas por Mara - Blog de Casteição - Aldeia Medieval, a quem foram facultadas por Francisco Gama.



Como se encontra referido na “Breve história de Chãos” a “Casa do senhor Raul”, encontra-se referenciada como um modelo importante da casa senhorial típica das Beiras. Quem a conhece ou conheceu, compreenderá porquê.
Ali se encontra bem reflectida a ideia de grande casa com todas as potencialidades.
Em toda a frontaria da casa situa-se um jardim, com espécimes invulgares. A entrada principal é constituída por um portão com as letras da família FF ( Fernando Faria - o pai do senhor Raul, que foi administrador do concelho de Mêda ) com dois largos pilares de granito e uma escadaria ampla e granítica também. Do lado direito havia uma loja para os cereais, onde se situavam grandes arcas para recolha e guarda, essencialmente, de centeio, trigo e milho.
- ao nível da cave ou primeiro piso, térreo, ( chamemos-lhe assim) , na parte de trás, do lado da “Cerca” (grande propriedade murada que confina com a casa): a casa de banho improvisada, arrumações, grande adega composta de grandes pipas, dois lagares, que permitiam fazer vinho branco e tinto, simultaneamente;
No segundo piso fica uma ampla cozinha, com lareira tradicional, seguindo-se a sala de jantar, várias salas amplas, onde não faltava um piano que raramente se ouvia tocar. Tem uma escadaria da parte de trás, que dá acesso a este piso, a um átrio de entrada, também à cozinha e a um longo corredor, tendo, do lado esquerdo, diversas salas e, do lado direito, diversos quartos. Logo no início do corredor, todas as horas eram sonorizadas por um relógio de pé alto audível em toda a casa.
O terceiro e último piso, tem acesso logo junto à entrada principal da escadaria de pedra, donde parte uma escadaria de madeira. Neste piso situa-se uma ala de quartos, virada a nordeste, com grandiosa paisagem, e uma área aprazível de lazer, virada ao sol (nascente-sul).
Para além da casa principal, fica um pátio interior, com acesso a veículos, por portão sito no largo do forno público. Esse pátio dá acesso a todo o piso térreo da casa e a todas as construções acessórias – telheiro para as lenhas, seguido de cavalariça, arrumação para palhas e fenos, forno, galinheiro, coelheira, etc.
E a Cerca é (era) um oásis: vinhas, árvores de fruto de várias qualidades seleccionadas, terras de cultivo, para batatas, horta, milho, trigo, centeio; abundância de água de um poço numa ponta da propriedade; uma nascente de água próxima da casa que foi encaminhada por uma mina para dois tanques grandes, desnivelados, no centro da propriedade, que serviam para rega. Ali também podia encontrar-se na extremidade nordeste da propriedade um pombal e uma fila de colmeias.
Esta descrição sumária servirá para apreciação daqueles que já não conheceram aquela casa no seu auge, que, infelizmente, hoje se encontra arruinada.

Beirão (2009-12-05)

terça-feira, novembro 24, 2009

Gelo de Janeiro


Estas fotografias foram obtidas em Chãos e Trancoso, em dias de muito gelo e do famoso sincelo, no início de Janeiro de 2005.
Como é uma paisagem única achei por bem partilhá-las neste blog.
As imagens falam por si...
DM (24 Nov 2009)