
(Foto enviada por Iracema Azevedo Leitão)

(Foto AM Jun2011)Flores silvestres e insectos que podem encontrar-se localmente. Cores invulgares e a convivência de insectos e flores. Faça um passeio e, atentamente, observe as maravilhas da natureza.
(Fotos cedidas por Iracema Azevedo Leitão)



Estas preciosas fotos reportam-se à Festa da Senhora de Vila Maior no ano de 1960.
Aqui poderão reconhecer-se muitos dos nossos conterrâneos na festa mais concorrida da aldeia.Também aqui poderemos conferir a evolução dos tempos e os cuidados trajes domingueiros.
Mais um contributo interessante para a história da aldeia.

(Mensagem anónima)
(27-12-2010)
Nota explicativa:
Por ausência na quadra natalícia peço desculpa
ao autor deste desafio por só agora publicar esta
mensagem.
Ficamos muito a tempo de encarar este desafio
para o próximo Natal!
AM
O lugar de Chãos é uma “anexa” da freguesia de Casteição, integrada no concelho de Meda desde 1836. Encontra-se num pequeno planalto, com a desafogada altitude de cerca de 870 metros.
A evolução dos tempos, levou a que as populações descessem à procura de terras mais férteis e produtivas, abandonando os pontos altos, privilegiados por razões bélicas e fortificações mais adequadas, como era o caso de Casteição.
O lugar começou por ser denominado "quinta de Chãs" e também por Santo Amaro, pois aqui foi erigida, em época remota, uma ermida a Santo Amaro ( no local da ermida , foi mais tarde construída a capela de Santo Amaro ou Igreja de Chãos). Fez parte do concelho de Casteição, constituído com base no primeiro foral concedido por D. Sancho I, em 30 de Julho de 1196, (composto por Casteição, Chãos e Outeiro de Gatos) até Novembro de 1836, em que passou a integrar o concelho de Meda. Pertence ainda a Chãos a ermida de Nossa Senhora de Vila Maior, de remota fundação (de origem “suposta suevo-visigótica”), encontrando-se nos arredores vestígios de manifesta antiguidade. Nesta ermida se celebra a principal festa anual de Chãos, no último domingo de Maio.
Próximo dos Chãos situaram-se sempre diversas quintas e azenhas, estas (actualmente desactivadas) ao longo da ribeira ou rio Teja.
Aqui se situa, embora muito arruinada, a “Casa do senhor Raul”, referenciada como um modelo importante da casa senhorial típica das Beiras.