Mostrar mensagens com a etiqueta Informação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Informação. Mostrar todas as mensagens
sábado, maio 27, 2017
Festa da Senhora de Vila Maior
Cumprindo a tradição, realiza-se no próximo domingo, dia 28 de Maio, a festa anual promovida desde sempre pela Aldeia de Chãos, que reúne grande número de pessoas e conta com a animação habitual:
Música, fogo de artifício, missa no local e certamente um bom pic-nic, à sombra das árvores que rodeiam o Santuário.
O tempo estará fresco e com algumas nuvens, mas sem chuva, segundo as previsões (que pode consultar neste blog clicando na imagem do sol - lado direito).
Desejamos a todos os que comparecerem um dia agradável junto de amigos e família, e que corresponda às vossas melhores expectativas.
Antero Monteiro
Etiquetas:
Documentos,
história,
Informação,
património,
tradição,
Vila Maior
domingo, maio 31, 2015
Nª Sª de Vila Maior
(Fotos AM)
Com sol e temperaturas moderadas, celebra-se hoje a festa mais emblemática da nossa aldeia. Boa festa para todos os conterrâneos e amigos que, como habitualmente, hão de encher este recinto, num planalto desafogado e com paisagem grandiosa.
Etiquetas:
Informação,
momentos e fotos,
património,
tradição,
Vila Maior
quinta-feira, junho 05, 2014
Festa de Nª Senhora de Vila Maior
Uma vez mais, no último domingo de Maio, realizou-se a festa anual mais
concorrida da aldeia. Houve missa solene campal e procissão, no Santuário de Nª Senhora de Vila Maior, local
privilegiado, com uma paisagem desassombrada e ampla.
Música, foguetes, cor, luz e um ambiente festivo agitou a aldeia de
Chãos e as aldeias vizinhas.
Oportunidade para um pic-nic especial, um dia diferente, um dia de
convívio de toda a aldeia, com a presença de muitos conterrâneos que
acorrerram, vindos das mais diversas paragens, do país e estrangeiro.
Pelas imagens que nos chegaram, verificou-se a continuidade da tradição,
mas também alguma inovação com novas e louváveis iniciativas.
Temos a informação de que este ano foram mordomos da festa Eléonore Guerra,
Rodolfo Guerra, Andrea Guerra, Daniel Sobral, André e Ana Cláudia Cruz.
Aqui publicamos algumas fotografias que nos foram remetidas
por Eléonore Guerra - a quem se agradece o contributo - para que todos, presentes
ou ausentes, tenham a possibilidade de ver e rever esta bela manifestação da
nossa aldeia. Publicaremos em breve outras fotos.
Em tempo: Uma selecção mais alargada das fotos tiradas durante a festa , será exposta
gratuitamente nos Chãos no próximo mês de Agosto.
E algumas manifestações inovadoras:
Etiquetas:
Informação,
momentos e fotos,
tradição,
Vila Maior
domingo, junho 01, 2014
Festa de Nª Sª de Vila Maior - 25 de Maio
(Clique em cima para ver em tamanho normal)
Realizou-se no domingo passado - 25-05-2014 - mais uma festa de Nª Senhora de Vila Maior, com a animação e iniciativas que podemos constatar do cartaz que publicamos acima, que nos foi enviado por Eléonore Guerra, a quem agradecemos a notícia.
Em breve publicaremos algumas fotografias a ilustrar a mencionada festa.
Antero Monteiro
Etiquetas:
Informação,
tradição,
Vila Maior
quinta-feira, janeiro 16, 2014
Festa de SANTO AMARO e almoço de convívio oferecido pela União das Freguesias de Prova e Casteição
(Igreja de Chãos - ao fundo, imagem de Santo Amaro, padroeiro da aldeia)
No próximo domingo, dia 19 de Janeiro, vai ser festejado o Santo Amaro, com missa e as festividades habituais.
Será realizado um almoço de convívio dos naturais de Chãos e seus familiares, promovido pela União das Freguesias de Prova e Casteição, a realizar na Casa do Povo.
Caso possa comparecer e fruir esta jornada de convívio, sem qualquer custo, convirá, por razões logísticas, informar da sua comparência.
(Informação prestada pelo nosso conterrâneo Jorge Silva, que muito agradecemos)
AM
Etiquetas:
Informação,
momentos e fotos,
património,
tradição
terça-feira, dezembro 24, 2013
Correspondência recebida do BRASIL
"Senhora Iracema,
Boa Tarde.
Sou do Brasil,e,pesquisando sobre a historia de Vila Nova Foz de Coa,encontrei o blog Chãos de Meda,e,fiquei muito feliz ao encontrar sua receita de Filhós.
Tal receita fez com que eu me recordasse de minha avó Gracinda que toda véspera de Natal,fazia deliciosos filhós,e,eu aprendi a gostar desta delícia.Minha familia ainda faz toda véspera de Natal,é uma tradição,e,eu já com meus 59 anos,hoje me senti uma criança de 7 anos que não via a hora de provar esta iguaria.
Meus avós eram de Marialva e Moreira de Rei,e,eu estou pesquisando sobre meus antepassados,na tentativa de descobrir o que aconteceu com os registos de 50 anos de Marialva,pude me deparar com seu blog.
Muito obrigada por sua receita.
Um grande abraço.
Mari L. Augusto
S.Paulo/Brasil
milaugusto@yahoo.com.br"
P.S. - Tomamos a liberdade de publicar o mail antecedente, uma vez que poderá alguém da nossa zona ter conhecido os antepassados e facultar quaisquer elementos a esta nossa leitora. AM
Boa Tarde.
Sou do Brasil,e,pesquisando sobre a historia de Vila Nova Foz de Coa,encontrei o blog Chãos de Meda,e,fiquei muito feliz ao encontrar sua receita de Filhós.
Tal receita fez com que eu me recordasse de minha avó Gracinda que toda véspera de Natal,fazia deliciosos filhós,e,eu aprendi a gostar desta delícia.Minha familia ainda faz toda véspera de Natal,é uma tradição,e,eu já com meus 59 anos,hoje me senti uma criança de 7 anos que não via a hora de provar esta iguaria.
Meus avós eram de Marialva e Moreira de Rei,e,eu estou pesquisando sobre meus antepassados,na tentativa de descobrir o que aconteceu com os registos de 50 anos de Marialva,pude me deparar com seu blog.
Muito obrigada por sua receita.
Um grande abraço.
Mari L. Augusto
S.Paulo/Brasil
milaugusto@yahoo.com.br"
P.S. - Tomamos a liberdade de publicar o mail antecedente, uma vez que poderá alguém da nossa zona ter conhecido os antepassados e facultar quaisquer elementos a esta nossa leitora. AM
Etiquetas:
amigos,
Documentos,
Informação,
tradição
terça-feira, dezembro 10, 2013
(Foto de Iracema Leitão)
Filhós da minha terra (Beira Alta)
1 kg de farinha de trigo tipo 65 ou 55 //* 40 gr de fermento de padeiro, bem fresco //* 1 colher ( sobremesa) rasa de sal //* 10 a 12 ovos, conforme o tamanho //* meio copo (vinho) de azeite //* meia chávena pequena de azeite para amassar //* 1 cálice de aguardente branca //* 1 colher (sopa) de margarina //* óleo para fritar //* açúcar para polvilhar
Antes de começar a amassar, introduza os ovos em água morna e deixe-os ficar. Desfaça o fermento num pouco de água morna-fria, aqueça o meio copo de azeite e derreta a margarina. Num alguidar grande ( 35 cent. diâmetro aprox.) coloque a farinha e abra-lhe uma cavidade ao meio. Deite aí o fermento dissolvido, vá mexendo com colher de pau (ou com a mão). Acrescente o azeite quente, a margarina derretida e o sal dissolvido num pouquinho de água morna. Continue a misturar muito bem. Comece a acrescentar os ovos inteiros um a um, mexendo sempre para ligar a massa. Por fim junte a aguardente. Com a mão vá despegando a massa do fundo e dos lados do alguidar, de forma a ir formando uma bola consistente. Tenha ao lado aproximadamente meia chávena pequena de azeite morno para ir untando a mão ao amassar. Com o alguidar encostado à parede da banca vá sovando e "apunhando" a massa com o punho fechado. Deve incidir no meio e pelo fundo da massa, de forma a que ela erga. Para ter sucesso, a massa deve ser muito bem sovada e apunhada (20 a 30 minutos e molhando de vez em quando a mão no azeite). Vá despegando e puxando a massa do fundo e dos lados para bater uniformemente. Se a massa estiver dura, acrescente um bocadinho de leite morno; se estiver mole, um pouco de farinha. Terá de apunhar a massa até que surjam frequentemente e à superfície da mesma os "calos" ou bolhas de ar, pormenor obrigatório para dar por terminada a tarefa de amassar. Para levedar, disponha a massa, em bola, no centro do alguidar, cubra-o com um pano branco, enrole-o num cobertor e coloque-o num ambiente de temperatura amena e longe de correntes de ar. Ao fim de duas a quatro horas ela terá aumentado para o triplo. Entretanto coloque em lume forte (mas não muito, pois a massa pode tostar ou queimar) uma frigideira funda com bastante óleo para que as filhós flutuem. O alguidar com a massa deve manter-se na área do fogão, bem protegido no fundo e nos lados. Ter igualmente à mão o resto do azeite morno, para untar as mãos ao retirar e modelar os pedacinhos de massa. Antes de começar a fritar, com as mãos untadas, retire com cuidado e em pedacinhos a crosta que se formou à superfície da massa levedada. Modele com eles uma bola untada com azeite para fazer a "filhó das côdeas". Depois passa-se à fritura das filhós (uma de cada vez) : com as mãos untadas, retira-se um pedacinho de massa do tamanho de um ovo (ou menos) e vai-se pressionando e esticando com os dedos, girando à volta, de forma a fazer uma rodela fina de aproximadamente 15 centímetros de diâmetro (maior ou mais grossa conforme os gostos, mas as finas são deliciosas). Para quem tiver mais dificuldades, pode estendê-las sobre as costas untadas de um prato raso. Um detalhe importantíssimo a ter em conta nesta variedade de filhós: ao estendê-las não se devem deixar buracos! Segurando com as duas mãos na parte superior da rodela, deita-se a massa na frigideira. Com um garfo ou gancho comprido e de preferência com um bico, mexe-se a filhó e, quando já estiver loura, vira-se imediatamente. Quando a parte de baixo estiver uniforme, retira-se com o bico do garfo, coloca-se num prato grande e polvilha-se de imediato com açúcar. A face polvilhada será a que geralmente fica mais funda. O processo de fritar é muito rápido e daí a necessidade de redobrar a atenção. Para não secarem, nos dias seguintes devem proteger-se com saco de plástico.
Notas: - O fermento de padeiro compra-se em padarias ou nas grandes superfícies (existe em cubos de 25 gramas para meio quilo de farinha). A quantidade de fermento a usar não é rígida, tudo depende do amassar, da qualidade das farinhas e das experiências que se vão realizando. O fermento de padeiro pode também ser substituído por 50 gramas de massa fresca de pão ou por saquetas de fermento seco.
- Se usar apenas meio quilo de farinha, e para que o acto de amassar se torne menos cansativo, experimente usar a máquina de fazer pão no programa "Amassar" e depois sove a massa até à formação de bolhas.
- Para obter bons resultados, não deve usar a farinha normal para bolos e sim uma farinha especial para massas fritas ou massas lêvedas, como a acima indicada. Pode adquirir-se nas padarias e grandes superfícies.
Por Iracema Leitão
Etiquetas:
Documentos,
história,
Informação,
momentos e fotos,
tradição
domingo, setembro 22, 2013
Emigração portuguesa através dos séculos ( II )
Mala
de estrutura de madeira e exterior de cartão prensado.
Estima-se que seria usada na primeira metade e meados do
século XX.
A tendência dos portugueses em emigrar
oceano fora viria a alterar-se com a afluência a países europeus, sobretudo a
França, em virtude da necessidade de reconstrução deste país após a Segunda
Guerra Mundial (1939 – 1945) e das dificuldades por que passavam essencialmente
as populações rurais em Portugal. É entre 1946 e 1955 que irá iniciar-se uma
nova fase da emigração portuguesa, que decorrerá até meados dos anos 70. Foi
neste período que se registaram os valores mais elevados da emigração em
Portugal, podendo afirmar-se que entre 1960 e 1974 terão emigrado mais de 1,5
milhões de portugueses.
Destas saídas o maior número são
clandestinas. O máximo de saídas foi registado em 1970, sendo ilegais mais de
metade. Entre 1969 e 1973 pelo menos 300 mil portugueses saíram ilegalmente do
país, “a salto”, como era corrente dizer-se.
Este fenómeno (emigração para a Europa)
verificou-se essencialmente durante a Guerra Colonial. Daí que muitos o
fizessem para “fugir à tropa” e não apenas por questões económicas. Na década
de sessenta o principal destino foi a França, mas, nos primeiros anos da década
de setenta, a Alemanha começou a surgir como destino preferido.
Actualmente tem-se verificado um fenómeno
emigratório de características bem diferentes, visto que se trata, na sua
maioria, de gente qualificada. Na verdade, mais de metade destes emigrantes são
jovens que completaram o Ensino Secundário ou Superior. Partem devido ao
aumento do desemprego nacional e aos baixos salários. Os destinos não são muito
diferentes: França, Suiça, Angola, Moçambique, Brasil, Inglaterra…De salientar
que nestes emigrantes se incluem investigadores, pelo que estamos a exportar
importantes recursos humanos qualificados, recebendo em contrapartida
mão-de-obra barata e sem qualificação.
Texto e foto de Iracema Leitão
Etiquetas:
Documentos,
história,
Informação,
momentos e fotos,
património,
tradição
quarta-feira, setembro 18, 2013
Emigração portuguesa através dos séculos ( I )
Monumento ao Emigrante
erigido pela Junta
de Freguesia de Casteição,
num dia muito especial dedicado aos emigrantes, sobretudo de
Casteição e de Chãos.
(mês de Agosto)
Desde o século XV que Portugal se lançou
nos caminhos da emigração, sendo os primeiros destinos os territórios
descobertos e conquistados: Norte de África, ilhas da Madeira e dos Açores,
Costa Africana, sendo certo que, no final do século XV, cerca de 100 mil
portugueses já haviam saído de Portugal. No século XVI, com a descoberta do caminho
marítimo para a Índia, a emigração passou a fazer-se ao longo da África
Oriental e Índias Orientais, pese embora este fenómeno inicial evidencie mais
sinais de colonização do que propriamente de emigração.
A emigração para o Brasil atingiu maior
dimensão devido à descoberta das minas de ouro e pedras preciosas, tornando-se
nos séculos XVII e XVIII o principal destino dos portugueses. Também durante o
reinado Filipino em Portugal (1580 – 1640), dezenas de milhares de portugueses
emigraram para Espanha e suas colónias. Por esta altura, os Portugueses estão
espalhados por quase todo o mundo.
A expulsão dos judeus portugueses no século
XV contribuiu igualmente para o fenómeno da emigração, levando ao
estabelecimento de diversas colónias de emigrantes nomeadamente na Holanda, na
Bélgica, no sudoeste da França, Alemanha, Inglaterra, Turquia… Da mesma forma a
política de colonização em África nos anos 30 fez aumentar o fluxo emigratório
mais acentuadamente para Angola e Moçambique.
Relativamente ao Brasil, embora esse fluxo
começasse a denotar algum decréscimo, manteve contudo uma grande importância na
primeira metade do século XX (anos 30, 40, 50). Em contrapartida, a escolha
passou também a incidir sobre novos países do continente americano, como os
Estados Unidos da América, a Argentina, a Venezuela, o Uruguai e, após a
Segunda Guerra Mundial, também o Canadá.
(Foto e texto de Iracema Leitão)
Etiquetas:
Documentos,
história,
Informação,
momentos e fotos,
património,
tradição
domingo, maio 26, 2013
Nª. Srª de Vila Maior
Seguindo a tradição, realiza-se no último domingo de Maio a festa de Nª. Srª. de Vila Maior.
Poderemos publicar aqui as imagens que nos fizerem chegar em tempo oportuno.
Esperamos que o tempo esteja favorável, uma vez que a previsão local é de "Céu limpo com algumas nuvens e aguaceiros".
Um bom dia para todos.
Etiquetas:
Informação,
momentos e fotos,
património,
tradição,
Vila Maior
domingo, março 31, 2013
A imagem dos Chãos na Google Maps
Caros conterrâneos,
Foi instalado no blog o mapa de Chãos, para ver com rigor a aldeia.
Pode aproximar a imagem e ver mais pormenores ( Povo, Eiras, estradas locais, aldeias mais próximas, etc....) utilizando o zoom.
Clicando sobre a imagem terá acesso ao mapa.
De seguida, se o pretender, pode aceder à vista da rua principal, arrastando o "boneco" amarelo que se encontra sobre o zoom ...
Ficará surpreendido, ao aceder a uma parte importante da aldeia, com grande nitidez.
Boa viagem.
Etiquetas:
arredores,
Informação,
momentos e fotos
domingo, fevereiro 17, 2013
Meda - Freguesias do Concelho de Meda
(Torre da Igreja de Casteição)
REORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DO CONCELHO DE MEDA
Finalmente foi publicada lei que determina a reorganização das freguesias: Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro, (Reorganização administrativa do território das freguesias).
O concelho de Meda, como era previsível, devido à cada vez menor densidade populacional das freguesias, sofre também as alterações seguintes:
Município de Meda
São criadas, por agregação, as novas freguesias:
- UNIÃO DAS FREGUESIAS DE MEDA, OUTEIRO DE GATOS
E FONTE LONGA que ficará com sede na MEDA
- UNIÃO DAS FREGUESIAS DE PROVA E CASTEIÇÃO
que ficará com sede na PROVA
- UNIÃO DAS FREGUESIAS DE VALE FLOR, CARVALHAL
E PAI PENELA que ficará com sede em VALE FLOR
Mantêm-se as restantes freguesias:
- AVELOSO ……………………………… AVELOSO
- BARREIRA ……………………………… BARREIRA
- CORISCADA …………………………… CORISCADA
- LONGROIVA …………………………… LONGROIVA
- MARIALVA …………………………… MARIALVA
- POÇO DO CANTO ……….... POÇO DO CANTO
- RABAÇAL …………………………….. RABAÇAL
- RANHADOS ………………………… RANHADOS
Para mais pormenores, poderá consultar a lei clicando aqui: http://dre.pt/pdf1sdip/2013/01/01901/0000200147.pdf
As alterações do Município de Meda encontram-se na página 552 (69).
Etiquetas:
Informação,
momentos e fotos,
património
quarta-feira, dezembro 26, 2012
Castanhas fritas - sugestão
A propósito de castanhas e da forma como habitualmente se saboreiam...
No passado mês de Novembro, eu e meu marido fomos a uma “petisqueira” excelente, que faz parte da nossa lista de preferências e onde gostamos de levar os amigos. Depois da habitual degustação dos vários petiscos servidos, foi-nos oferecido – gentileza da casa – um pratinho de castanhas fritas.
Preparação facílima:
cortam-se para não estourarem e sem mais nada, fritam-se em óleo bem quente (+-180º) durante 5 a 7 minutos. Ficam deliciosas. Vale a pena experimentar.
Natércia Veríssimo
No passado mês de Novembro, eu e meu marido fomos a uma “petisqueira” excelente, que faz parte da nossa lista de preferências e onde gostamos de levar os amigos. Depois da habitual degustação dos vários petiscos servidos, foi-nos oferecido – gentileza da casa – um pratinho de castanhas fritas.
Preparação facílima:
cortam-se para não estourarem e sem mais nada, fritam-se em óleo bem quente (+-180º) durante 5 a 7 minutos. Ficam deliciosas. Vale a pena experimentar.
Natércia Veríssimo
Etiquetas:
Documentos,
Informação,
tradição
domingo, novembro 11, 2012
S. Martinho - as boas memórias da aldeia
(Flor de castanheiro - Fotos de Iracema Azevedo Leitão)
Como em muitas outras terras da Beira Interior, a batata e a castanha eram os produtos da terra que melhor garantiam a subsistência alimentar da população, sobretudo durante o Inverno.
No tempo das castanhas, quase todos os dias à noite se cozia uma panela de barro de castanhas ou se assavam algumas nas brasas da fogueira. Por vezes, um copinho de jeropiga alegrava e enriquecia o sabor das castanhas na boca.
No dia de S. Martinho, era costume fazer-se um magusto colectivo num pinhal:
limpava-se um círculo no chão do pinhal, aí se deitavam as castanhas golpeadas (para não estourarem e causarem alguns danos ou risos) e cobriam-se de “carumba”(folhas do pinheiro). Ateava-se o fogo e iam-se remexendo até assarem.
As castanhas depressa se deterioravam. Para as conservarem, as pessoas secavam-nas no “caniço”, série de finas ripas de madeira unidas e colocadas no tecto da cozinha, ao alcance do calor e do fumo da fogueira. Também havia quem as conservasse frescas em areia, dentro de cântaros de barro.
Às castanhas secas tiravam-se depois as cascas exterior e interior, sendo depois guardadas em pequenos sacos de pano. Muitas vezes, eram utilizadas na confecção da sopa de castanhas. Também era costume dar às crianças castanhas e figos secos quando corriam as casas a “cantar as Janeiras”.
A sopa de castanhas era frequente nas noites de Inverno, sobretudo quando nevava e as pessoas ficavam alguns dias impossibilitadas de sair de suas casas. Deitavam-se as castanhas de molho (retirava-se a casca interior, se ainda a tivessem) e depois coziam em água juntamente com um pouco de feijão vermelho e uma pitada de sal, tendo o cuidado para que os ingredientes não se desfizessem totalmente. Escusado será dizer que as panelas de ferro e a lenha acentuavam o excelente sabor adocicado desta sopa, tão apropriada para os dias frios.
Etiquetas:
Documentos,
história,
Informação,
momentos e fotos,
tradição
segunda-feira, novembro 05, 2012
1º de Novembro - “Dia de Todos os Santos”
Porta principal da Igreja de Santo Amaro - Chãos
(Foto AM)
Cumpriu-se a tradição. A aldeia viu reunir os habitantes de todos os dias e os que chegaram, de perto e de longe, para celebrar a memória dos entes queridos que já partiram.
Depois da celebração de missa, houve a habitual romaria ou procissão até ao cemitério.
Numa povoação tão pequena, quase todos têm laços familiares e, se outros não existirem, ficam ainda os de amizade e solidariedade. Juntam-se as famílias celebrando a saudade e a vida, que tem sempre de continuar.
Etiquetas:
Informação,
tradição
quinta-feira, outubro 11, 2012
Já lá vai o calor. Chega o frio nestas terras da Beira.
O tempo cumpre a sua rota de todos os anos.
As temperaturas dos próximos dias confirmam a chegada do frio. Aproxima-se o S. Martinho, a época das castanhas, a apreciação do conforto das lareiras.
Nos próximos dias as temperaturas máximas na aldeia ficam pelos 15 e os 18 graus.
As temperaturas mínimas estarão entre os 4 e os 6 graus.
Etiquetas:
Informação
domingo, setembro 02, 2012
Curiosidades
Alguns dados deste blog, por mera curiosidade:
- a hora de maior afluência é entre as 15h00 e as 16h00;
- é ao domingo que se verificam mais visitas a este blog (17,71%);
- em média, o blog tem 8,7 visitas por dia;
- entram no blog em média 3 novas pessoas/dia;
- em média, por dia, são consultadas11 páginas;
Etiquetas:
Informação
sábado, julho 28, 2012
A "Casa do Sr. Raul" - uma boa notícia
Durante algumas décadas, assistimos à decadência da principal casa da aldeia, das edificações acessórias - a chamada "casa do sr. Raul" - e da "cerca". Por razões que aqui não interessa escalpelizar, até por não as conhecermos.
A boa notícia que damos aqui é que tais propriedades mudaram de donos, tendo sido adquiridas recentemente pelo casal Acácio António Ramos Guerra e Alice do Carmo Machado Matias Guerra.
Aqui esperamos que, com esta mudança de proprietários, tenha chegado uma época de recuperação de edificações e das muitas e exóticas plantas do jardim frontal desta bela casa, marcante para toda a aldeia.
Aos novos proprietários desejamos coragem, sorte, saúde e longa vida, para realizarem e fruirem a importante obra de que em boa verdade toda a aldeia beneficiará.
(Percorra este blog e encontrará muitas fotos e uma breve descrição do interior da própria casa).
Etiquetas:
arquitectura,
Informação,
momentos e fotos,
património
quinta-feira, maio 24, 2012
Festa de Nª. Sª. de Vila Maior
(Foto da Festa de 2011 - de Catarina Felício)
No próximo domingo, dia 27 de Maio, terá lugar a festa anual de Nª. Srª. de Vila Maior.
Com a tradicional missa no santuário de Vila Maior, banda de música, foguetes, os tradicionais almoços de família no parque das merendas ali existente e apropriado para o efeito.
Tempo de muita vida e verde, plantas renovadas, com folhas e flores, animando aquele pequeno planalto, donde se avistam aldeias vizinhas e uma vasta paisagem.
Compareça e envie-nos imagens, para que possamos dar aqui notícia do que por lá se passar.
Etiquetas:
Informação,
património,
tradição,
Vila Maior
domingo, abril 01, 2012
Páscoa (1)
O Calvário - visto de frenteA Páscoa constituía uma festa importante para os habitantes de Chãos. Era nessa altura que, no forno comunitário, se coziam os “bolos” (em muitas zonas do país apelidados de “folares”), feitos essencialmente de farinha, ovos e azeite, e que todos os padrinhos tinham o dever de oferecer aos seus afilhados.
O Domingo anterior à Páscoa era o Domingo de Ramos. Antes da missa, os mordomos desse ano colocavam um monte de ramos de oliveira perto do altar, para que, durante a celebração, o padre os benzesse com água benta. No final, cada pessoa ia receber o seu ramo, pendurando-o posteriormente num local de sua casa para que esta ficasse abençoada e livre de perigos.
Durante o período da Quaresma, dizia-se a “Dia Sacra” (versão popular de Via Sacra) no interior da capela. Na Quinta e Sexta-Feira Santas, fazia-se fora, em peregrinação, percorrendo primeiro diversos pontos das ruas do “povo” assinalados por cruzes, antes de madeira e posteriormente de pedra. As cruzes estavam pregadas nas paredes de algumas casas. À frente ia um homem com uma grande cruz de madeira, onde se traçara uma toalha branca, geralmente de linho. No percurso rezava-se o terço e, em cada cruz, o grupo parava para ouvir um paroquiano ler uma passagem de um livro correspondente a uma “estação” da Via Sacra.
A Via Sacra terminava no Calvário, situado a umas centenas de metros da capela, na zona das “Eiras”. Trata-se de um pequeno complexo arquitectónico muito antigo que tenta recriar o lugar onde Cristo foi crucificado. Ergue-se num “cabeço” (pequena elevação) chamado de Poisados e é constituído por uma espécie de altar com escadas onde se levantam as três cruzes principais (ver foto). Abaixo destas, e em pontos mais alargados, erguem-se, cada uma sobre um pequeno pilar trabalhado, outras quatro cruzes, perfazendo no total sete cruzes, outrora de madeira. Neste local percorriam-se os sete pontos sagrados e todos se ajoelhavam para meditar nos martírios do Senhor.
O Domingo anterior à Páscoa era o Domingo de Ramos. Antes da missa, os mordomos desse ano colocavam um monte de ramos de oliveira perto do altar, para que, durante a celebração, o padre os benzesse com água benta. No final, cada pessoa ia receber o seu ramo, pendurando-o posteriormente num local de sua casa para que esta ficasse abençoada e livre de perigos.
Durante o período da Quaresma, dizia-se a “Dia Sacra” (versão popular de Via Sacra) no interior da capela. Na Quinta e Sexta-Feira Santas, fazia-se fora, em peregrinação, percorrendo primeiro diversos pontos das ruas do “povo” assinalados por cruzes, antes de madeira e posteriormente de pedra. As cruzes estavam pregadas nas paredes de algumas casas. À frente ia um homem com uma grande cruz de madeira, onde se traçara uma toalha branca, geralmente de linho. No percurso rezava-se o terço e, em cada cruz, o grupo parava para ouvir um paroquiano ler uma passagem de um livro correspondente a uma “estação” da Via Sacra.
A Via Sacra terminava no Calvário, situado a umas centenas de metros da capela, na zona das “Eiras”. Trata-se de um pequeno complexo arquitectónico muito antigo que tenta recriar o lugar onde Cristo foi crucificado. Ergue-se num “cabeço” (pequena elevação) chamado de Poisados e é constituído por uma espécie de altar com escadas onde se levantam as três cruzes principais (ver foto). Abaixo destas, e em pontos mais alargados, erguem-se, cada uma sobre um pequeno pilar trabalhado, outras quatro cruzes, perfazendo no total sete cruzes, outrora de madeira. Neste local percorriam-se os sete pontos sagrados e todos se ajoelhavam para meditar nos martírios do Senhor.
(Texto e foto de Iracema Azevedo Leitão)
Etiquetas:
história,
Informação,
momentos e fotos,
património,
tradição
Subscrever:
Mensagens (Atom)










